segunda-feira, 31 de agosto de 2009
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“Que me pesa que ninguém leia o que escrevo? Escrevo-o para me distrair de viver, e publico-o porque o jogo tem essa regra."
Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.
2 comentários:
Dizes bem: "momentaneamente"!
Pelos vistos, tiraste férias também da escrita!
Volta a escrever Marie :D
novos posts: precisam-se!
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