Eduzir dos cânticos, dos louvoures, a voz que cantou a liberdade,
e enxergar nos cravos, no esplendor das imagéticas espingardas,
jubilosa sede por novo Fado. Numa réstia de vontade
luta pelo homem que foi outrora, agora em povo, vestindo nas fardas
a luta por outra aurora, a união de uma póstera autoridade.
“E o vento cala a desgraça", deixando corre ilacerável a entrança,
rumando, naquela jaga e no pronuncio dos saudosos profetas
que em vão erguerão corpo, arma e mão, caminhando na sagacidade pela
vitória , por rostos órfãos de verdade ou razão, mas sem nas quebras
revelar fraqueza ou perante o bréu do futuro esquecer a esperança!
Take care,
Maria Rebelo

3 comentários:
Muito bem conseguido.
grande maria sempre em alta tu. nao é preciso dizer, mas bons textos!!! *
estas a falar do pedro abrunhosa ???? e nao lol . mas lembro-me perfeitamente que quando o escrevi estava a ouvir a musica dele 'momento'. mas nao é a musica.
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