Ando cansada!
Vejo-me pária na sociedade em que vivo. Relambório marginalismo a cada esquina. Gesticula-se essa vivalma citadina num palavreado que não entendo. Oh, pejada analfabeta quem sou.
Porque não a ouviste quando ontem te pediu que não falhasses? Decidiste fazer-te molúria rejeitando o metafísico prefácio imperial proeminentemente fixado bem alto na azul abóbada celeste.
A fundura duradoira das tuas virtuosidades prolixas, como que insuficientemente tomadas tornam-se, sem mais, amanhã hauríveis. E ainda que graciosamente as oferecesses, por toda essa ambição que guardas ao peito, tornas-te prófuga, errante numa sociedade bêbada por uma gnómica sentença de perfeição.
Mas porque queres tu desjungir-te dela? Porque tornas os pruridos teus, pretensões cobiçadas pelos demais? Porquê, quando em redor os vês numa felicidade flórea, na sua invicta juventa, facilmente ultrapassando os ínvios obstáculos, esputando palavrões sarcásticos e assim elevando-se a profetas, enquanto tu sofres e contestas tudo o que vês? Não, tu não és igual a eles. Não queres ser.
Vês-te assim malograda. Clangoras o êxito das tuas acções… amanhã na lama, pejo teu. Vê-los incólumes enquanto te tomam por malquista, qual cirro coalescente entranhado nessa maloca sociedade. Incomensuravelmente te julgam trejeiteando epifanias mórbidas sem que te deixem erguer a tua cetra Lusitana, sem que te deixem sobreviver.
Vejo-me pária na sociedade em que vivo. Relambório marginalismo a cada esquina. Gesticula-se essa vivalma citadina num palavreado que não entendo. Oh, pejada analfabeta quem sou.
Porque não a ouviste quando ontem te pediu que não falhasses? Decidiste fazer-te molúria rejeitando o metafísico prefácio imperial proeminentemente fixado bem alto na azul abóbada celeste.
A fundura duradoira das tuas virtuosidades prolixas, como que insuficientemente tomadas tornam-se, sem mais, amanhã hauríveis. E ainda que graciosamente as oferecesses, por toda essa ambição que guardas ao peito, tornas-te prófuga, errante numa sociedade bêbada por uma gnómica sentença de perfeição.
Mas porque queres tu desjungir-te dela? Porque tornas os pruridos teus, pretensões cobiçadas pelos demais? Porquê, quando em redor os vês numa felicidade flórea, na sua invicta juventa, facilmente ultrapassando os ínvios obstáculos, esputando palavrões sarcásticos e assim elevando-se a profetas, enquanto tu sofres e contestas tudo o que vês? Não, tu não és igual a eles. Não queres ser.
Vês-te assim malograda. Clangoras o êxito das tuas acções… amanhã na lama, pejo teu. Vê-los incólumes enquanto te tomam por malquista, qual cirro coalescente entranhado nessa maloca sociedade. Incomensuravelmente te julgam trejeiteando epifanias mórbidas sem que te deixem erguer a tua cetra Lusitana, sem que te deixem sobreviver.
Esquece-os! Não mais te desiludas. Segue a eosina substância ofuscante que se levanta à proa dessa caravela graciosamente à deriva em flume verde. E então aí encontra a hiulca entrança para o teu caminho.
Take care,
Maria Rebelo

5 comentários:
Ola! Vi o teu blogue e gostei bastante. Tem muito conteudo e bastante interesse;
Tenho um blogue também em conjunto com mais 6 pessoas. Somos uma equipa... . É www.olhardireito.blogspot.com ..... Gostava que o visitasse e desse uma opinião....
Obrigado pela atençao
Cumprimentos
Li o teu blog. Reduzo-me á humildade da minha reduzida cultura. É que são tantas as palávras que não são do meu "traquejo" que tenho que ir ver uma a uma ao dicionário, o que cada uma quer dizer. Se quando se fala é para que o nosso interlocutor nos perceba claramente e não tenha dúvidas, concluo que esta prosa não foi para mim. Porém, lembra-me uma prenda de Natal que se dá a uma criança, com um embrulho muito bonito e que dentro tem um simples balão. Acontece que uma das hipóteses é esse balão, subir, subir, subir, e pode subir até quase já não se ver mas ele, lá de cima, pode até ver coisas que muitos outros não conseguem ver "nem com os faróis de nevoeiro acessos" que é o meu caso.
Um beijão do pai Zé.
vou passar a ter um dicionario ao pe de mim!!! by desleixada
não desanimes mary..
a do dicionário é boa! hehe beijinhos
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